Qui, 26 de Agosto de 2010 16:30 Jornal do Commercio RJ NOTÍCIAS - Seguros
Favorecido pelo atual momento econômico e pelo aumento da renda da população brasileira, o seguro de vida tem crescido a passos largos no País. De acordo com o vice-presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), Renato Russo, a modalidade é uma das que mais crescem entre as apólices voltadas para pessoas e, até o fim de 2010, a expectativa que é o segmento capte cerca de R$ 15 bilhões em prêmios.
"Esse ano, estamos crescendo a uma taxa de 14%, o que nos dá um visão bastante positiva para o futuro. Tudo leva a crer que vamos conseguir manter este nível de expansão", afirma o executivo, que acredita que o setor deverá manter o ritmo de dois dígitos nos próximos anos.
Segundo o diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência, Lúcio Flávio de Oliveira, o segmento vive hoje "um momento espetacular".Para ele, a ascensão das classes de menor poder aquisitivo foi decisiva para isso.
Oliveira explica que quando as pessoas passam a contar com um emprego que garante renda, elas se sentem mais confiantes em comprar uma casa e bens financiados. Portanto, ao criar patrimônio, começam também a se preocupar em proteger a família e os bens conquistados."Isso tudo tem incentivado a criação de uma consciência da necessidade do seguro de vida, que sempre foi algo envolto em traumas, tabus e dogmas", explica o executivo.
Ainda segundo Oliveira, a expectativa de vida do brasileiro tem crescido muito, o que contribui para uma visão de longo prazo. "A média de idade do brasileiro aumentou, estamos nos tornando uma nação mais madura. Quando atingimos a maturidade, é normal que comecemos a nos preocupar com o futuro, o que influencia a geração de uma cultura que favorece o seguro de vida", comenta.
O Brasil, no entanto, está muito atrás dos países desenvolvidos, onde a taxa de adesão chega aos 50%. De acordo com o executivo, ainda há um longo caminho a ser percorrido para que a consciência do brasileiro acerca da necessidade do seguro de vida mude. Ele cita alguns aspectos culturais que influenciam diretamente neste cenário.
"Nosso País não se envolve em guerras, não tem problemas de catástrofes, enfim, eventos que, infelizmente, estão presentes na história de outras nações. Nesses lugares, as pessoas já desenvolveram há mais tempo a cultura da necessidade de se precaver ante uma fatalidade", explica Oliveira.
Ainda de acordo com o executivo, o fato de o Brasil ser um País muito jovem, onde as pessoas de pouca idade têm outros tipos de prioridade, em vez de se preocuparem com o futuro, também impediu a criação de uma cultura mais desenvolvida sobre a necessidade de uma apólice.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Técnica diminui efeitos colateriais em crianças com câncer
O uso de radioterapia com modulação da intensidade do feixe (IMRT) nos casos de meduloblastoma, um tipo de câncer do Sistema Nervoso Central (SNC) que ocorre em crianças, diminui consideravelmente a toxicidade auditiva, que, muitas vezes, leva à surdez. É o que mostra um estudo realizado no Serviço de Radioterapia do Hospital Israelita Albert Einstein e que será apresentado em outubro no Congresso da Sociedade Americana de Radioterapia (ASTRO). Foram tratadas 41 crianças com doença, a maioria proveniente de hospitais públicos, através de um projeto de filantropia do Instituto Israelita de Responsabilidade Social do Hospital Israelita Albert Einstein.
Conforme explica o radioterapeuta Eduardo Weltman, o tratamento combinado de quimioterapia e radioterapia para esse tipo de tumor, que fica localizado muito próximo ao ouvido interno, ocasiona alterações graves da audição em mais de 60% dos casos. Com a tecnologia do IMRT, esse índice foi reduzido para 17%. "É uma tecnologia de alta precisão que permite aplicar maiores doses de radiação e direcioná-las apenas ao tecido canceroso, preservando os sadios", diz Weltman. E os resultados já são observados em longo prazo: após um seguimento médio de quatro anos, 85% das crianças tratadas com esse tipo de radioterapia permanecem vivas e sem a doença e, melhor, com preservação da audição em 83% dos casos.
O meduloblastoma é o tumor cerebral maligno mais comum em crianças, correspondendo a 20% dos casos de neoplasias do SNC. Ocorre, usualmente, entre 4 e 10 anos, mais em meninos do que em meninas e tem sua causa desconhecida.
Conforme explica o radioterapeuta Eduardo Weltman, o tratamento combinado de quimioterapia e radioterapia para esse tipo de tumor, que fica localizado muito próximo ao ouvido interno, ocasiona alterações graves da audição em mais de 60% dos casos. Com a tecnologia do IMRT, esse índice foi reduzido para 17%. "É uma tecnologia de alta precisão que permite aplicar maiores doses de radiação e direcioná-las apenas ao tecido canceroso, preservando os sadios", diz Weltman. E os resultados já são observados em longo prazo: após um seguimento médio de quatro anos, 85% das crianças tratadas com esse tipo de radioterapia permanecem vivas e sem a doença e, melhor, com preservação da audição em 83% dos casos.
O meduloblastoma é o tumor cerebral maligno mais comum em crianças, correspondendo a 20% dos casos de neoplasias do SNC. Ocorre, usualmente, entre 4 e 10 anos, mais em meninos do que em meninas e tem sua causa desconhecida.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Conheça o Programa de Gestão Médica da ZPS
Um grande dilema de todo gestor de benefícios é como controlar a sinistralidade do plano de saúde dos funcionários e de que forma atuar para que os resultados fiquem dentro dos limites contratuais impostos pelas operadoras de assistência médica.
Já faz tempo que ouvimos que a inflação médica cresce em níveis chineses graças às constantes inovações tecnológicas aplicadas em exames e cirurgias, cujos custos são repassados imediatamente para os consumidores, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas. Isto é um fato e tampouco hospitais , clínicas e laboratórios conseguem escapar desta “taxa de acesso” à tudo que surge de novo na medicina.
Por outro lado, não dá para “proibir” que as pessoas fiquem doentes ou sofram acidentes, nem tampouco que façam exames e procedimentos preventivos através do plano de saúde corporativo.
Mesmo a ampla disseminação de políticas de co-participação do funcionário nas suas utilizações tem uma certa limitação pois acaba inibindo apenas a má utilização do benefício mas de nada serve quando surge uma real necessidade de se procurar um médico ou um pronto-socorro.
O que fazer então para não ter surpresas na hora de renovar o contrato de saúde ? Como fugir dos reajustes por excesso de utilização ?
Não tenho uma resposta que resolva integralmente estas questões mas conseguí ao menos achar um caminho que possibilite ações ativas por parte dos RHs quanto ao controle de seus custos de sinistros.
O meu caminho é o da Gestão Médica e é através dele que estamos trabalhando para assessorar os gestores de benefícios nas políticas de saúde dentro de suas empresas.
Inicialmente mapeamos toda a população de colaboradores e levantamos os riscos presumidos, buscamos o risco informado através de questionários específicos e depois analisamos todo o risco efetivamente observado.
O resultado deste trabalho servirá para orientar políticas de prevenção, estratégias e programas diversos junto aos funcionários. Isto tudo, em conjunto com as análises restropectivas de utilização, gerará um acompanhamento quase que “on line” da apólice como um todo permitindo então ao RH um controle quase que instantâneo de sua sinistralidade.
Em um estágio que denominamos como Ações Primárias promovemos Programas de Comunicação em wellness, check-ups e vacinas, e sobre os perfis crônicos analisados no levantamento dos riscos existentes aplicamos as Ações Secundárias que consistem em gerenciar as doenças existentes, divulgar informações gerais a respeito das mesmas e monitorar as aderências terapêuticas em conjunto com o médico responsável pelo PCMSO da empresa.
Nas Ações Terciárias gerenciamos os casos mais críticos através de parceiros especializados e trabalhamos na vigilância contínua dos pacientes, além de buscar sempre a minimização das despesas com internação, através da desospitalização dos pacientes, quando possível.
Se juntarmos a tudo isso alguns programas de Qualidade de Vida e palestras dirigidas aos funcionários e até a seus dependentes sobre diversos temas voltados a prevenção, teremos definitivamente um cenário onde o administrador de benefícios conseguirá “escapar” de grandes surpresas em sua apólice pois estará observando e agindo sobre o seu ambiente de saúde (ou de doenças), podendo através destes instrumentos mudar o rumo e o resultado de seu contrato.
O remédio da Gestão Médica da ZPS não tem qualquer contra-indicação e seus resultados são visíveis e facilmente mensuráveis.
Conheça nosso Programa e experimente em sua empresa.
Já faz tempo que ouvimos que a inflação médica cresce em níveis chineses graças às constantes inovações tecnológicas aplicadas em exames e cirurgias, cujos custos são repassados imediatamente para os consumidores, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas. Isto é um fato e tampouco hospitais , clínicas e laboratórios conseguem escapar desta “taxa de acesso” à tudo que surge de novo na medicina.
Por outro lado, não dá para “proibir” que as pessoas fiquem doentes ou sofram acidentes, nem tampouco que façam exames e procedimentos preventivos através do plano de saúde corporativo.
Mesmo a ampla disseminação de políticas de co-participação do funcionário nas suas utilizações tem uma certa limitação pois acaba inibindo apenas a má utilização do benefício mas de nada serve quando surge uma real necessidade de se procurar um médico ou um pronto-socorro.
O que fazer então para não ter surpresas na hora de renovar o contrato de saúde ? Como fugir dos reajustes por excesso de utilização ?
Não tenho uma resposta que resolva integralmente estas questões mas conseguí ao menos achar um caminho que possibilite ações ativas por parte dos RHs quanto ao controle de seus custos de sinistros.
O meu caminho é o da Gestão Médica e é através dele que estamos trabalhando para assessorar os gestores de benefícios nas políticas de saúde dentro de suas empresas.
Inicialmente mapeamos toda a população de colaboradores e levantamos os riscos presumidos, buscamos o risco informado através de questionários específicos e depois analisamos todo o risco efetivamente observado.
O resultado deste trabalho servirá para orientar políticas de prevenção, estratégias e programas diversos junto aos funcionários. Isto tudo, em conjunto com as análises restropectivas de utilização, gerará um acompanhamento quase que “on line” da apólice como um todo permitindo então ao RH um controle quase que instantâneo de sua sinistralidade.
Em um estágio que denominamos como Ações Primárias promovemos Programas de Comunicação em wellness, check-ups e vacinas, e sobre os perfis crônicos analisados no levantamento dos riscos existentes aplicamos as Ações Secundárias que consistem em gerenciar as doenças existentes, divulgar informações gerais a respeito das mesmas e monitorar as aderências terapêuticas em conjunto com o médico responsável pelo PCMSO da empresa.
Nas Ações Terciárias gerenciamos os casos mais críticos através de parceiros especializados e trabalhamos na vigilância contínua dos pacientes, além de buscar sempre a minimização das despesas com internação, através da desospitalização dos pacientes, quando possível.
Se juntarmos a tudo isso alguns programas de Qualidade de Vida e palestras dirigidas aos funcionários e até a seus dependentes sobre diversos temas voltados a prevenção, teremos definitivamente um cenário onde o administrador de benefícios conseguirá “escapar” de grandes surpresas em sua apólice pois estará observando e agindo sobre o seu ambiente de saúde (ou de doenças), podendo através destes instrumentos mudar o rumo e o resultado de seu contrato.
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